Lendo esse post, transcrevo aqui a parte interessante:
Alguma vez você já pensou que não é carência e sim apetite?
Que é absolutamente normal desejar algo e ter fome de alguma coisa?
Desejar amor, ter fome de sexo, querer carinho?
Na carência não temos escolha. Pegamos o que nos oferecem.
O apetite é por algo específico. Nos move a uma ação. Somos os donos de nós mesmos.
É muito diferente o “Eu quero” do “Eu preciso”.
Por favor, não confundam carência com apetite.
Suas vidas vão ficar muito melhores.
A tal da fome e da carência estão me pregando peças, algumas não tão emocionantes.
Tenho tido fome, muito fome por sexo, na forma mais pura da palavra e só. Tanto que num dia desses andando numa rua tranquila, havia um cara vendendo mandioca, e ele perguntou: vai mandioca aí moça?
Na hora só falei: hoje não, obrigada. Mas no fundo, eu perguntava pra mim mesma: Como ele sabe que eu tô precisando?? Isso parece engraçado, mas é triste.
Nessa mesma semana, uns dias antes, acho que por carência disse que amava um amigo de longa data.. eu nem o conheço pessoalmente. Um amigo super querido, que lógico pensou que eu estivesse com muita pinga nas idéias… mas eu disse que era sério.. e que eu o amava. Assim é fácil ele mora beeeem longe de mim, mas se morasse perto creio que eu estaria indo até ele.
Já num final de semana que prometia ser O fim de semana de 2008, foi o maior fiasco pelo qual eu já passei. O cenário era divino, praia, uma chuvinha gostosa e um quarto de hotel…mas as coisas não foram tão boas quanto eu pensei que seriam.
Agora eu sei literalmente o significado de ser mal comida e eu não gostei nada disso, é absolutamente frustrante.
